quinta-feira, 12 de julho de 2007

Se gritar pega ladrão.......

....não fica um mermão. Como já cantavam os Originais do Samba, se gritar pega ladrão no Corinthians, não sei não.

A Justiça acatou a decisão so Ministério Público Federal e emitiu mandado de prisão para Kia Joorabchian e seus asseclas. Assim como foram denunciados, sem pedido de prisão, diga-se de passagem, Alberto Dualib, Nesi Curi, Renato Duprat, Paulo Angioni e o advogado da MSI, Alexandre Verri.

Todos sob as acusações de lavagem de dinheiro e formação de quadrilha. Kia, Boris Berezovsky e Nojan Bedroud, diretor finaceiro do grupo, que não são bobos nem nada, estão fora do país. O pedido de prisão para os três já chegou à Interpol. O Brasil assinou um tratado de extradição com a Inglaterra em 1997. Por isso eles têm que tomar cuidado, a extradição pode acontecer.

Toco e me voy

Geralmente quando nos referimos à seleção argentina usamos a expressão acima. E, para falar desta seleção argentina, o termo é mais do que adequado, é perfeito.

Um time que tem um só volante para roubar as bolas. Tem dois jogadores que o ajudam nessa tarefa e que têm qualidade e capacidade suficientes para se aproximarem do ataque, seja criando jogadas ou marcando gols.

Essa é a Argentina que enfrenta o Brasil no domingo. A ARgentina que toca e encanta. A Argentina que, até agora, só tomou 2 gols.

Se este blog defende a seleção de 82 em detrimento à de 94, o melhor resultado agora, para o bem do futebol, é uma vitória argentina. Sem sombra de dúvidas.

Como teria sido a vitória do time de Telê em 82. Mas favorito não é sinônimo de vencedor. Em outros esportes sim. No futebol, não.

Talvez a melhor sída para o Dunga seja repetir a tática do São Paulo campeão do mundo: o 3-5-2. Com Mineiro e Josué à frente dos zagueiros. Um zagueiro para pegar o Tevez, outro para pegar o Messi e um na sobra.

Porém essa não parece ser a opção de Dunga. Aliás não se sabe o que se passa na cabeça de Dunga. A única coisa que sabemos é: o que importa é vencer. Mesmo jogando feio.

quarta-feira, 11 de julho de 2007

A visão maniqueísta de Dunga

Para Dunga só existe o bem e o mal. O bom e o ruim. Perder ou ganhar. Para Dunga só é bom quem ganha. Por isso ele tem tanto "ódio" da seleção de 82. E ele, mesmo que não queira, vive dando voltas para falar da seleção do Telê. Como ele sempre dá cutucadas em Ronaldinho e Kaká.

A entrevista coletiva de ontem foi uma ode ao patriotismo, ao militarismo da seleção. Para Dunga, reinvidicar férias e abdicar da seleção é anti-patriotismo, como se o mundo estivesse em guerra e, para salvá-lo seria preciso vestir a marelinha e disputar a Copa América.

Ridículo, para dizer o mínimo.

E quantas vezes ele fala que vem com "fatos concretos " a cada coletiva? Quais são esses fatos concretos? Um time que não tem profundidade, que faz gols na sorte, que não tabela, que faz um gol e recua? Seriam esses o fatos concretos. O problema do Dunga é que ele pensa que só ele entende de futebol. Todos os outros não entendem. De novo a visão maniqueísta.

Sobre o jogo a única coisa que se pode falar é que, a partir do momento em que um time que é superior (o Brasil) se iguala a um time inferior (o Uruguai) , o jogo só poderia ser igual.

O Uruguai teve boas chances para marcar e o Brasil teve pelo menos um pênalti a seu favor.

Quem quer ser diferente, tem que fazer a diferença. O Brasil, historicamente, é diferente. Por isso dele se espera que faça a diferença. Mas, nessa Copa América, ele quer se igualar aos outros. Por isso as críticas.

Quando perguntado sobre como ele analisa a melhor performance de México e Argentina, os dois melhores times do torneio, Dunga saiu-se com essa: O Brasil está na final. Um dos dois, México ou Argentina, não estará na final. Isso quer dizer que o Brasil será melhor que um dos dois". Uma visão simples e verdadeira. Mas uma meia verdade.

Pois vejamos: quantos times na história recente, de 2000 para cá, eram melhores e não chegaram até a final de alguma competição, dando a vaga para um time menos qualificado. Podemos enumerar vários e mesmo assim corremos o risco de esquecer alguns. De novo a visão maniqueísta de Dunga aparece. O bem e o mal. O ganhador do perdedor. 82 versus 94. Enquanto ele estiver no comando, será sempre assim.

quarta-feira, 4 de julho de 2007

Corinthians cai na real

O time que não tomava gol e estava invicto, perdeu duas seguidas. Fim do mundo? Seria o eterno pé-frio de Dualib, que voltou de Londres na semana passada?

Não, o Corinthians, apesar da força defensiva e do padrão tático imposto por Carpegiani, não tem gás para se manter entre os primeiros. Tem gás para conseguir vitórias contra adversários mais fortes, por jogar fechado e no contra-ataque. Mas, quando enfrenta adversários do seu nível ou mais fracos, quando a obrigação de fazer o resultado é sua, do Corinthians, se perde.

Por isso tem 2 empates sem gol no Morumbi. Por isso perdeu do Palmeiras, quando quiseram forçar uma superioridade corinthiana inexistente.

Hoje contra o Sport, o jogo feio e sem resultado voltou a aparecer. Conlusão? Segunda derrota consecutiva.

Aos ilustrs corinthianos, nada de xingamentos e bravatas contra os garotos. Carpegiani tira leite-de-pedra no Parque São Jorge!

Dunga advogando em "causa própria"

Dunga foi um jogador esforçado. Ponto. E, ainda, não é técnico de futebol.

Por isso os erros começam a aparecer nesta Copa América, a primeira oportunidade dele real.

O que foi que ele fez com o Diego? Depois de 45 minutos ele não serve mais?

Nessa Copa América, o melhor momento do Brasil até agora foi no segundo tempo contra o México. Tudo bem que o time não marcou gols e que os mexicanos só se defenderam por já estarem na frente do Placar. Mas foi aí que o Brasil jogou um futebol de um nível maior, com troca de passes e de posições, dribles e conclusões perigosas.

Depois, contra o Chile, aquele marasmo. Mas o que incomoda os brasileiros, torcedores ou não, é a falta de padrão de jogo. O time se limita a tocar a bola de lado. Não tem ultrapassagens, tabelas, jogadas ensaiadas.

Aí, depois do jogo diz que: "O Chile joga com duas linhas de 4 jogadores", que jogo ele estava vendo?

Ontem, quando perguntado sobre a função de Elano, que para alguns é mais um volante do que um meia, primeiro ele refutou, depois disse que a Argentina também joga assim, com Mascherano, Cambiasso e Verón. Bem, é melhor não dizer nada.

Hoje à noite, contra o Equador, Josué deve substituir Elano, poupado. Se o Elano não é volante, por que o Josué é o seu substituto, se o Brasil tem Anderson e Diego para a meia?

Vamos esperar.

quarta-feira, 27 de junho de 2007

Michael vendido

Michael, jogador do Palmeiras, está vendido para o futebol exterior. 4 milhões de dólares para o futebol francês. Falta saber quando ele se apresenta. Fontes garantiram que ele não joga contra o Corinthians.

quinta-feira, 14 de junho de 2007

I'm so happy, 'cause today i've found my friends

Riquelme está partindo. E é inegável que ele não quer voltar para a Europa. Ele se sente muito melhor na Argentina. Mais precisamente, na Bombonera.

Román, como ele é chamado pelos xeneizes, está prestes a levantar a sua terceira Copa Libertadores. Sempre sendo decisivo. Em 2000, talvez o ano em que ele menos foi decisivo. Mas ele compensou na final do Mundial contra o Real Madrid. Dois contra-ataques, dois passes geniais. Dois gols, era o título do Boca.

Em 2001, após se livrar de uma derrota para o Palmeiras em plena Bombonera, o Boca veio ao Parque Antárctica e, pelo segundo ano seguido, frustou os palmeirenses do título. Com uma atuação inesquecível, Riquelme será sempre lembrado por todos que assistiram aquele jogo, especialmente o Argel.

Vendido ao Barcelona, teve poucas oportunidades em uma época na qual o time catalão vivia uma fase sombria.

Saiu para um time menor. Todos apostavam que seria o fim. Se enganaram. Capitaneou o Submarino Amarelo do Villareal e, com a chegada de outros sul-americanos, conseguiu a façanha de levar a pequena equipe até a semifinal da Liga dos Campeões.

Porém, o momento que tinha tudo para ser o auge, se transformou no prato feito de seus eternos críticos. Com o Villareal precisando só de 1 gol para se classificar, Riquelme, muito bem marcado pelo Arsenal, não fez uma boa partida. E, de quebra, perdeu um pênalti no fim do jogo. O placar em branco classificou os ingleses.

Mas era ano de Copa. A sua primeira Copa. E Riquelme foi o verdadeiro maestro daquela Argentina que, depois do jogo contra a então Sérvia e Montenegro, foi cotada como grande favorita ao título.

No jogo das quartas-de-final, contra a Alemanha, comandava a vitória hermana até sair, estafado pela temporada extenuante à frente do Villareal. Quando saiu, a Argentina vencia por 1 x 0. Com o empate, não pôde fazer mais nada a não ser torcer por seus companheiros. Após a eliminação, foi crucificado novamente. E, desta vez, não deixou as críticas passarem em branco. Em uma atitude surpreendente abandonou, aos 28 anos, sua seleção. O motivo: não queria que sua mãe sofresse com as críticas a seu futebol, a seu jeito de ser.

Após um começo de temporada instável no Villareal, pediu para voltar ao Boca. O empréstimo de seis meses custou aos xeneizes U$$ 2 milhões. Era o fim, diziam os críticos de sempre. Um começo irregular no Boca os avalizava. Afinal, o time estava prestes a ser eliminado na primeira fase da Libertadores.

Após o 7 x 0 sobre o Bolívar, tudo voltou ao normal. Riquelme e, consequentemente, o Boca cresceram.

A prova final de que Riquelme não está morto aconteceu ontem. Talvez o jogo contra o Grêmio tenha sido o pior do time no mata-mata dessa Libertadores. Até na derrota para o Cúcuta, o time jogou um futebol mais vistoso.

O time foi consistente, teve volume de jogo e fez o que dele se esperava, que decidisse o título em casa. Decidiu. Graças a Riquelme, o cara que prefere ter o conforto de seus amigos e familiares em detrimento a qualquer outra coisa.

Por isso um trecho da música Lithium, do Nirvana, como título.

Com a Boca aberta!

12 minutos do segundo tempo. 1 x 0 para o time da casa. Boca e Grêmio jogam uma partida normal. Normal demais para os padrões da Libertadores. Mas, nesse minuto, fica decidido quem será o vencedor da partida. Só resta saber qual será o placar. Sandro Goiano, em jogada desnecessária, atinge o peito de Banega. O juiz uruguaio Jorge Larrionda não contemporiza: cartão vermelho para o volante tricolor. O que era perfeitamente reversível se tornou irreversivelmente perfeito. 3 x 0 para o Boca. Agora, para levar a decisão para os pênaltis, o Imortal Tricolor tem que devolver a diferença de gols. Para ser campeão, a diferença sobe 1 gol.

Boca e Grêmio ficaram muito aquém do que podem jogar. Infelizmente, técnicos e jogadores, na hora de decidir, se acuam. Preferem ter a certeza de que não vão perder do que tentar ganhar.

No primeiro tempo, a partida se desenrolava a favor da equipe gaúcha. Tcheco desperdiçou, em chute bisonho, uma boa chance. Mas aí eles apareceram. Aqueles nos quais todos pediram atenção. Aqueles que, mesmo os que nunca viram uma partida da equipe argentina, dizem conhecer: Riquelme-Palacio-Palermo.

Falta lateral. Riquelme cruza. Palermo, em posição irregular, erra o chute e a bola sobra para aquele que, há tempos, é o melhor atacante em atividade na América do Sul: Rodrigo Palacio. Foi só empurrar para marcar seu quarto gol na Libertadores.

No segundo tempo, após a expulsão de Sandro Goiano, o Boca sentiu-se na obrigação de fazer mais gols. Miguel Ángel Russo colocou então Dátolo no lugar de Neri Cardozo e o Boca passou a encurralar o Grêmio.

Em dado momento, todos os jogadores de linha da equipe argentina estavam no campo de ataque. Até quando o Grêmio resistirá?, se perguntavam os torcedores, gremistas ou não.

Riquelme deu a resposta. Em cobrança de falta ensaiada aos 28 minutos, o meia, que está voltando para a Europa, marcou seu sexto gol na competição. E a torcida cantava: "Riquelme, não se vá!"

Mas, o melhor, Román deixaria para o fim. Para seus últimos minutos com a camisa Xeneize na Bombonera. Como se não bastassem os 2 x 0, o Boca perseguia mais gols. Riquelme deu então dois dribles desconcertantes na zaga gremista e chutou para ótima defesa de Saja. No rebote, Dátolo cruzou e Ledesma cabeceou para o alto. O que parecia uma bola fácil de ser tirada, acabou no gol Tricolor por falta de comunicação. William e Patrício se atrapalharam e complicaram o que já era difícil.

O 3 x 0 foi muito. Até mesmo para o Imortal Tricolor

quinta-feira, 7 de junho de 2007

Ainda a semifinal brasileira

Sonoras do pessoal do Grêmio. O melhor foi a explicação do Sandro Goiano. Exemplifica o que é o Grêmio e como ele consegue chegar tão longe.

Aqui o Sandro Goiano:


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Aqui, Tcheco explica o porque de o Grêmio estar na final da Libertadores:


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E aqui, Mano Menezes, o grande craque do Grêmio, fala sobre seus adversários, Boca e Cúcuta:


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Ah se não mudassem o regulamento....

Alguém tem dúvida que a final seria brasileira? Tudo bem, tem o Boca, eterno carrasco dos brasileiros. Mas que a chance era enorme, era.

Isto posto, o Grêmio mereceu pelo que fez nos dois jogos e pelo que o Santos deixou de fazer nos dois jogos.

Pouca gente falou de um lance aliás, dois lances nos dois jogos. No primeiro jogo, aos 11 minutos, Saja fez excelente defesa em chute à queima-roupa de Marcos Aurélio. No segundo jogo, aos 5 minutos, Saja fez ótima defesa em chute à queima-roupa. Dois lances, duas excelentes defesas. Dois gols que fariam toda a diferença. Tudo bem, ele está lá só para isso. E a torcida do Grêmio agradece.

Depois desse primeiro susto, o Santos não conseguia criar. Luxemburgo respondeu à todos os críticos que diziam que suas escalações/substituições estavam previsíveis. Entrou com Renatinho no ataque ao lado de Marcos Aurélio. Os dois pelos lados, para abrir a defesa gremista, afim de permitir a entrada de Zé Roberto e Pedrinho.

Mas a defesa do Grêmio continuava sólida. Ou melhor, o sistema defensivo do Grêmio estava sólido. Eram 10 jogadores entre o círculo central e o gol defendido por Saja.

Aos 23, o lance que mudaria totalmente o rumo da semifinal. Diego Souza recebe a bola, dribla Domingos e cruza forte para Carlos Eduardo. A bola escapa, o jovem meia evita a saída pela lateral e recua para Lúcio. O lateral toca no meio para o incansável Diego. A Vila Belmiro, neste momento, cantava e empurrava o Santos, como verdadeiro alçapão que é. O meia gira e bate. Nesse momento, a Vila emudece. O petardo vai no ângulo esquerdo de Fábio Costa. Indefensável. Golaço. Era o que o Grêmio precisava. Mais, era o que o Grêmio tanto queria.

A Vila murchou. O Santos também. Até que Renatinho, aos 45 minutos empatou o jogo. Como disse Mano no intervalo, o empate, da forma e no momento que aconteceu, não era bom para o Grêmio. Mas dava um alento ao Santos.

Na volta do segundo tempo, Luxemburgo coloca Moraes no lugar de Pedrinho antes dos 10 minutos. Aos 15, após cruzamento na área e confusão, Renatinho vira o jogo. E a Vila canta mais forte: "vamos seguir Santos, vamos seguir Santos."

Mas o Santos não cria. Pressiona, mas não cria. Todos os ataques se resumem a bolas na área e em bate-rebates. Pouco, muito pouco.

Diego Souza assusta. Em contra-ataque no qual a melhor opção era tocar para Lucas, o meia mostra que estava lá para decidir. Outra bomba no ângulo. Desta vez Fábio Costa evitou o gol.

Zé Roberto, que vai para o Bayern, não queria se despedir ainda. E deixou o seu sétimo gol na Libertadores. Após mais um cruzamento, mais um bate-e-rebate. Chute seco e de primeira. É só o gol de número 50 na carreira dele. Isso dá a medida de quão impressionante é esse número. Sete gols nesta Libertadores.

Eram 32 minutos do segundo tempo. Até Pelé cantava: "vamos seguir Santos!"

Os três gols do Santos saíram de bolas cruzadas na área. Estranhamente, após o terceiro gol, o Santos não cruzou mais. Não com a frequência que precisava.

Pois bem, o Grêmio vai para a sua quarta final de Copa Libertadores. Ganhou 2 e perdeu 1. Espera por Boca ou Cúcuta. E a torcida gremista canta: "Soy loco por Tri America!"

sábado, 2 de junho de 2007

Why took you so long Becks?

Há aproximadamente 11 meses, Beckham aposentava-se como capitão do English Team. Tudo isso após a derrota para Portugal nas quartas-de-final na última Copa.

Pouco depois, Steve MacClaren assumia a seleção no lugar de Sven-Goran Eriksson. Na primeira convocação, Beckham ficou de fora. Na segunda, também. Na terceira, nenhum torcedor esperava que ele voltasse um dia a defender o English Team. Mas.......

O time comandado por Steve MacClaren não vem bem - é só a quarta colocada na classificação do seu grupo para a Euro-2008 - e o adversário de hoje não era qualquer time. Nem o estádio era qualquer estádio.

Jogar contra o Brasil, mesmo que seja o atual, no novo Wembley, é uma data especial. Por isso Becks foi chamado. E, pasmem, ofuscou Gerrard, Lampard e os outros.

Beckham foi o responsável pelo gol inglês e por vários momentos de perigo para a apática seleção brasileira. Foi dele, em cobrança de falta, a assistência para John Terry marcar, de cabeça, o gol inglês.

No Brasil, o cansaço de uns com o desinteresse de outros foi, mais uma vez, determinante para uma atuação apagada. No fim, Diego, quem diria, de cabeça, empatou o jogo para a frustração dos ingleses.

Ao final do jogo, ninguém se lembrava que Beckham estava há tempos afastado da seleção. Comandou o time com passes precisos e entrega total. Tudo parecia do mesmo jeito que ele havia deixado. Só não teve a braçadeira de capitão. Esta continuou com Terry.

sexta-feira, 1 de junho de 2007

Felipão no Chelsea?

A fonte não é muito confiável. O sensacionalista jornal inglês The Sun publica hoje uma matéria dizendo que Roman Abramovich está atrás de Big Phil.

Parece que o russo não está contente com a perda da Champions e já teria até dito ao Mourinho que ele sairá em julho.

Felipão, através da sua assessoria, disse que está encantado com o a lembrança, mas que tem contrato com a Federação Portuguesa até a Euro-2008 e vai cumprí-lo até o fim.

Em 1997. Luis Felipe Scolari estava no Jubilo Iwata, do Japão. Foi convidado para assumir o Palmeiras. E disse não, que tinha contrato e não iria sair com contrato em vigência. Enganou até a mãe, que acreditou na conversa do "Felipinho", como ela o chamava.

Bem, o resto, todos já sabem. Ele veio para o Palmeiras. E agora, o que vai ser, Felipinho?

Com a Boca aberta!

Boca Juniors, 5 vezes campeão da Libertadores, 3 vezes campeão do mundo, especialista em torneios mata-mata, especialmente nos jogos fora de casa. Cúcuta Deportivo, time emergente de uma pequena cidade colombiana, bancado pela prefeitura dessa mesma cidade, disputa sua primeira Libertadores e, na semifinal, pega o Boca. Primeiro jogo em casa.

O Boca sai na frente, com Ledesma, aos 27 minutos do primeiro tempo. Tudo pronto para mais uma final de Libertadores para o Boca, alguns pensam.

Ledo engano. O time que mais enche os olhos hoje na América do Sul, empatou com Blás Pérez, aos 39 minutos, em um lindo lance, com direito a chapéu.

O que mais impressiona no pequeno Cúcuta, é a simplicidade com que eles fazem as jogadas. As complicadas. E, entre tentar fazer e perder um golaço e fazer um gol comum, eles ficam com a primeira opção.

No segundo tempo, de novo o panamenho Blás Perez, que já é o vice-artilheiro da competição, com 8 gols e, já acertou a sua ida para o Hércules, da segunda divisão da Espanha, marcou o segundo, após belo lançamento de Macnelly Torres, ele tocou na saída de Bobadilla, por cobertura.

Para fechar, o lateral Rubén Bustos fez seu segundo gol de falta seguido (havia feito no empate com o Nacional, em Montevidéu), desta vez, de uma distância maior. De novo no ângulo esquerdo.

O 3 x 1 final não decide nada. O Boca continua favorito. Mas que seria bom ver o Cúcuta campeão, ah seria!

Aqui, os melhores momentos do jogo:

Pachuca machuca o Inter!

O jogo de ontem entre Pachuca e Inter demosntrou claramente que não só de esquemas táticos vive um time. O Inter entrou em campo apostando no 4-5-1, só com Pato na frente. Esquema esse que é a marca registrada do....Grêmio. Isso mesmo.

Mas o Inter, campeão do mundo, não está no mesmo nível do Grêmio. Nem tem a mesma mentalidade do arqui-rival. A mentalidade da ocupação de todos os espaços o tempo todo. Por isso não se encontrou.

Ontem, começou o jogo bem, uma bola longa de Rubens Cardoso encontrou Pato na cara do gol e o impressionante jogador fez um belo gol, com rara demonstração de velocidade, técnica e força.

Aí o Inter parou. E o Pachuca, atual campeão da Copa dos Campeões da Concacaf e do Campeonato mexicano, começou a machucar o Inter. Clemet fez ótima defesa em chute de Caballero. A Tuza, torcida Barrabrava do Pachuca, empurrava o time que, em um lance de muita sorte, empatou. Landín arriscou de fora da área e a bola desviou em Mineiro, matando Clemer.

A ultra Tuza, inspirada e ensinada pelas torcidas argentinas, continuava a empurrar e o Inter, recuava. Pato corria de um lado para o outro, sempre em busca dos chutões da defesa gaúcha. Mas era pouco.

No segundo tempo, o cenário só mudaria após o segundo gol mexicano. Aos 34, Gimenez fez de cabeça após cruzamento de Cacho. Aí Gallo colocou Christian que, junto com Iarley (havia entrado no lugar de Pato), fizeram um pouco de barulho, mas nada demais.

No fim das contas, o resultado não é de todo ruim. Mas se pegarmos o histórico recente do Inter, quatro jogos com Gallo no comando, quatro derrotas, é preocupante.

quinta-feira, 31 de maio de 2007

Frio? Só do lado de fora

A temperatura era de 9°C do lado de fora do Olímpico. Do lado de dentro, a Geral do Grêmio não se permitia sentir frio. Pulando e cantando durante todo o tempo, lembrava a todos no estádio que o Grêmio quer o tri da Libertadores. Custe o que custar.

Ontem custou apreensão, mas só no começo, quando Saja fez defesa espetacular em chute de Marcos Aurélio. A partir daí. o time se compactou de maneira tal, que o Santos não fez mais nada. Parece um absurdo, mas é a verdade. Foi o único chute no gol defendido por Saja.

O Grêmio colocou todos os seus jogadores entre a linha da grande área e o meio-campo e disse ao Santos: "toma, a bola é sua. Veja aí o que você consegue fazer com ela."

Nada, foi isso o que o Santos conseguiu. O Grêmio, por sua vez, conseguiu um pênalti discutível e um gol de Carlos Eduardo, em lance grotesco da zaga santista.

Com os 2 x 0 do Olímpico, o Grêmio sai com uma enorme vantagem, principalmente porque não tomou gol em casa. Detalhe, não tomou gol em casa em nenhum dos seis jogos da Libertadores.

Aqui, Mano Menezes fala sobre a dificuldade que o Grêmio terá no jogo de volta, na Vila:


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Para o próximo jogo, Mano Menezes poderá contar com o retorno de Lucas. Lucas joga muito, mas será que é a hora dele voltar? O time se acertou quando ninguém esperava que isso acontecesse, que foi quando Schiavi e Lucas saíram. E ainda tem a questão de ritmo de jogo (ou da falta dela).

Já que falamos tanto sobre a torcida do Grêmio e seu fanatismo, vamos recorrer ao YouTube.

A torcida do Grêmio é, sim, impressionante. Esse vídeo é no jogo contra o Defensor no...Uruguai! Isso mesmo, no Uruguai e perdendo por 2 x 0.



Qualquer semelhança com a La Doce, do Boca Juniors, não é mera coincindência:



Agora, a que considero a melhor de todas, mais fanática, mas pouco (re)conhecida. A torcida do Fenerbahçe, da Turquia. Espetacular. Reparem, todos no estádio estão pulando. Repito, impressionante.



E vocês, qual preferem?

Só mais duas coisas, para o Luxemburgo dizer que o resultado foi injusto, que o Grêmio merecia mais, é porque, definitavamente, merecia. Perdeu a chance de matar a semifinal ontem. Afinal de contas, não é toda hora que vemos um jogo em que um time dá 23 chutes a gol e o outro só três.

Se formos avaliar pelo futebol, talvez a final deva ser Cúcuta e Santos, pela torcida, Boca e Grêmio. Difícil escolha hein!

terça-feira, 29 de maio de 2007

A pré-convocação

Dunga fez uma pré-seleção para a Copa América. São 34 convocados para 22 vagas. Mas ele não explicou o porque das convocações.

A parceria entre Craque de Blog e Leonardo Baran volta a funcionar, o que permite trazer para vocês o auxiliar-técnico da seleção, Jorginho falando sobre a ausência dos "feras":


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Aqui a lista dos 34 pré-selecionados:

Goleiros

Diego - Atlético-MG; Doni - Roma-ITA e Hélton - Porto-POR;


Zagueiros

Alex Silva - São Paulo; Alex - PSV-HOL; Edu Dracena - Fenerbahçe-TUR; Juan - Bayer Leverkusen-ALE; Naldo - Werder Bremen-ALE; Thiago Silva - Fluminense;


Laterais

Cicinho - Real Madrid-ESP; Daniel Alves - Sevilla-ESP; Gilberto - Hertha Berlim-ALE; Kleber - Santos; Maicon - Internazionale-ITA; Marcelo - Real Madrid-ESP;


Meias

Edmílson - Barcelona-ESP; Anderson - Porto-POR; Diego - Werder Bremen-ALE; Elano - Shakhtar Donetsk-UCR; Fernando - Bordeaux-FRA; Gilberto Silva - Arsenal-ING; Josué - São Paulo; Julio Baptista - Arsenal-ING; Lincoln - Schalke 04-ALE; Mineiro - Hertha Berlim-ALE; Morais - Vasco da Gama; Zé Roberto - Santos;


Atacantes

Afonso - Heerenveen-HOL; Fred - Lyon-FRA; Jô - CSKA Moscou-RUS; Rafael Sobis - Real Betis-ESP; Robinho - Real Madrid-ESP; Vagner Love - CSKA Moscou-RUS; Carlos Eduardo - Grêmio

Comentários:

Bruno e Diego Cavalieri são, hoje, melhores que o Doni e, pelo menos, do mesmo nível do Hélton. Ah, e estão na frente do Diego do Galo. Mas aí, ficamos sabendo que o Diego, do Galo, pode ir para a Europa na próxima janela de transferências. Coincidência ou não?

Na zaga, Miranda está melhor que Alex Silva. Thiago Silva é bom zagueiro. Gostaria de ver o David, do Palmeiras, que também tem idade olímpica.

No meio, Anderson foi uma grata surpresa. Joga muito e é apontado como futuro melhor do mundo em Portugal. Morais é um bom jogador e o Zé merecia a convocação.

No ataque, só uma surpresa, Carlos Eduardo, do Grêmio. Joga muito também e tem idade olímpica.

Então, ao invés de reunir alguns jogadores em idade olímpica, por que não reunir todos de uma vez. Tem o Mundial Sub-20 em junho, no Canadá. Lucas, Denílson, David e outros estarão lá.

Mas o que deveria ser feito é o seguinte: dar chance agora para aqueles jogadores que não conseguiram se firmar na seleção. Casos de Luis Fabiano, Alex, Ricardo Oliveira, poderia chamar o Liédson. Antes de convocar novas promessas. Tem uma geração de jogadoes esperando novas oportunidades na seleção.


quinta-feira, 24 de maio de 2007

Siamo Noi, Siamo Noi, i Campioni dell'Europa Siamo Noi!


O futebol é, com toda a certeza, um dos esportes em que a justiça não importa em quase nada. Fosse assim, o Liverpool teria saído do primeiro tempo em vantagem sobre o Milan.
Os Reds fizeram algo impensável: dominaram o Milan, que não consegui sair jogando. Pennant fez a festa sobre Jankulowski, que estava muito mal.
Mas aí vem à tona a história da justiça, do merecimento. E da competência, porque não?
"A justiça eu deixo para Deus, o que eu quero é vencer!", já dizia James Woodds na série Shark. E foi isso o que aconteceu. O Milan chegou uma vez ao gol do Liverpool. Gol de ombro do cara aí em cima, o Inzaghi. O grosso mais sortudo do mundo!
No segundo tempo, o Liverpool se perdeu um pouco. Continuou pressionando, mas se perdeu. E o Milan queria porque queria tomar um gol. Mas o Liverpool não soube aproveitar.
Rafa Benítez, um dos melhores técnicos do mundo, poderia ter colocado o Bellamy para auxiliar o Kuyt antes de quimar a ficha com o Crouch. A entrada do Kewell não surtiu o efeito esperado, talvez adiantar o Riise fosse a melhor opção, mas só quem está lá sabe o que é melhor.
No segundo gol, esse retratado na foto, Kaká dá excelente passe para Pippo Inzaghi marcar seu segundo gol.
Mesmo com o gol de Kuyt, não dava para o Liverpool. Não era dia. Como não foi dia do Milan em 2005. Futebol tem dessas coisas: Nem sempre quem merece mais é o mais competente.
Palmas para o Milan, Heptacampeão da Champions League.
E que venha a próxima, a crise de abstinência já começou!

sexta-feira, 18 de maio de 2007

Afonso Alves surpresa? Para quem?

Dunga convocou a seleção brasileira para os amistosos contra a Inglaterra e a Turquia. Como já virou característico, algumas novidades apareceram.

Antes de comentá-las, vai um adendo: Dunga não é o meu técnico preferido para a seleção e tampouco acho que ele estará no banco em 2010. Mas, se tem uma coisa que ele está fazendo de bom, é olhar para todos os cantos do planeta, dando chances iguais à todos, independente do nome ou da camisa do time. Isso é bom. Poucos teriam a coragem que ele tem.

Uma coisa tem que se ponderar. Por que ele chamou Kaká e Ronaldinho para esses amistosos, já que os dois pediram dispensa da seleção que disputará a Copa América na Venezuela? A mim está muito claro: Não ficaria de bom tom o Brasil participar das festividades do novo estádio de Wembley jogando contra a Inglaterra, sem seus dois jogadores mais importantes.

Porém, a maior discussão da lista não foi essa. Foi a convocação de Afonso Alves. Há 3 meses, falei dele aqui no blog. É só clicar e ler. O auxiliar técnico Jorginho disse na coletiva que a impresa tem obrigação de saber de quem se trata.

Para quem não sabe, posto aqui uma entrevista gentilmente cedida pelo excelente repórter Leonardo Baran, da Rádio Transamérica do Rio de Janeiro e Rádio Capital de São Paulo com o Afonso Alves:


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Ele é hoje o artilheiro da Europa. Fez 34 gols em 31 jogos pelo campeonato holandês, batendo os recordes de Romário (25 gols em 1990), Ronaldo (30 gols em 1995) e Ruud Van Nistelrooy (31 gols em 1999).

Para ganhar o prêmio Chuteira de Ouro, ele torce agora contra Nistelrooy. O prêmio é dado ao jogador que acumula mais pontos, e não ao que marca mais gols. Como o campeonato hoandês é considerado mais fraco em relação aos outros, cada gol do Afonso é multiplicado por 1,5, enquanto cada gol do Nistelrooy é multiplicado por 2.

Por enquanto a situação é a seguinte:

Afonso tem 34 gols x 1,5 = 51 pontos
Totti (Roma) 22 gols x 2 = 44 pontos
Nistelrooy (Real Madrid) 21 x 2 = 42 pontos

Aqui está um vídeo que mostra todos os 34 gols dele pela Eredivise, o Campeonato Holandês.



E aqui, um vídeo que mostra a adoração que a torcida da pequena Heerenveen (28 mil habitantes) tem por ele. A saber, ele é a maior contratação da história do time, que pagou ao Malmö, da Suécia, 4 milhões e meio de Euros. Chelsea, Valência e Barcelona já demonstraram interesse por ele. A diretoria do Heerenveen disse que só o libera por 21 milhões.

A letra da música:
You are my Alves / Afonso Alves / You make me happy / The skies are gray / and when it's boring / you just keep scoring / Please don't take my Alves away
É uma versão da música You are my sunshine, composta na década de 30 para homenagear o estado americano da Louisiana.

Aqui a lista completa da convocação:
GOLEIROS
HÉLTON (Porto)
DONI (Roma)
LATERAIS
DANIEL ALVES (Sevilla)
MAICON (Internazionale)
GILBERTO (Hertha Berlin)
MARCELO (Real Madrid)
ZAGUEIROS
JUAN (Bayer Leverkusen)
ALEX (PSV Eindhoven)
ALEX SILVA (São Paulo)
NALDO (Werder Bremen)
MEIO-CAMPISTAS
EDMÍLSON (Barcelona)
GILBERTO SILVA (Arsenal)
MINEIRO (Hertha Berlin)
JOSUÉ (São Paulo)
ELANO (Shakhtar Donetsk)
KAKÁ (Milan)
RONALDINHO (Barcelona)
DIEGO (Werder Bremen)
ATACANTES
ROBINHO (Real Madrid)
VÁGNER LOVE (CSKA)
JÔ (CSKA)
AFONSO ALVES (Heerenveen)
Doni não é goleiro para a seleção. Não importa que jogue na Roma, vice-campeão italiana e campeã da Coppa Italia. Foi convoocado com a justificativa de que Júlio Cesar está machucado.
Alex Silva não está jogando mais do que o Miranda, seu companheiro de zaga no São Paulo. Mas é jovem e pode disputar a Olimpíada de Pequim.
Falam que o Jô está jogando mais que o Vágner Love no CSKA, também pode disputar os jogos de Pequim.
Vale, pelo menos, como teste. Nesse aspecto, a convocação foi muito boa. Mostra que Dunga, Jorginho e cia. estão observando o que acontece com os brasileiros que jogam fora do Brasil.
Mas falta muita gente: Alex do Fenerbahçe é um. Liédson é outro. Se é para testar, que se teste todos, não só alguns para mostrar para a imprensa nativa que conhece esse ou aquele.

quarta-feira, 16 de maio de 2007

Cúcuta

O colombiano Deportivo Cúcuta é o time que mais agrada nesta Libertadores. É difíili ver o time jogar sem se lembrar daquela Colômbia que assombrou o mundo em 1993.

A pergunta que fica agora é: será que eles são capazes de provar que nem só de irresponsabilidade vive o futebol colombiano? Que eles podem marcar o nome na história sendo campeões da Libertadores?

É um time que se preocupa em jogar bonito e tem um que de auto-suficiência, aquela que chega a irritar. Eles dão a impressão que vão ganhar o jogo na hora em que quiserem e foi assim ontem contra o Nacional.

Tudo bem que, em Montevidéu, a coisa será bem diferente. Aí sim, eles terão uma prova de fogo para mostrar a que vieram. Como foi aquele Argentina 0 x 5 Colômbia, em pleno Monumental de Nuñez.

Para quem não se lembra daquele jogo


Dois gols de Rincón, dois de Asprilla e um do "Trem" Valencia.

Reparem no que o Maradona fala no começo do vídeo e o que os narradores argentinos falam ao longo do jogo e na própria torcida argentina gritando olé depois do 4º gol. Sensacional!

Será que o Cúcuta chega tão longe?

quinta-feira, 3 de maio de 2007

Vitória com gosto de quero mais!

No primeiro tempo o Grêmio, aproveitando a instabilidade emocional do São Paulo, foi melhor. Criou mais chances e Rogério evitou por duas vezes que Diego Souza marcasse.

O São Paulo só teve uma chance, com Aloísio, já no fim do jo primeiro tempo. Primeiro tempo truncado, com erros de lado a lado e, que o Grêmio poderia ter saído com a vantagem.

O nervosismo de Leandro fez Muricy colocar Dagoberto em seu lugar já na volta para o Segundo tempo.

Dago é o que os italianos chamam de "fantasista", aquele que faz as coisas diferentes, o inesperado, capaz de decidir um jogo em um simples lance. E mostrou isso ontem. Com 11 minutos, após escanteio batido por Souza, a bola sobrou para ele. Quando todos pensaram que ele iria chutar, ele rolou para Miranda marcar.

Depois do gol, o São Paulo melhorou. Souza, sem querer, acertou a trave em cobrança de falta. E depois, de maneira displicente, perdeu um gol que daria maior tranquilidade no jogo de volta. Em confrontos equilibrados como esses, um gol faz toda a diferença.