quinta-feira, 27 de julho de 2006

Jogou para vencer. E (con)venceu!


O São Paulo entrou no Jalisco ciente de que era preciso um bom resultado. Empate não bastava.

Mas o time não jogava bem desde o dia 02 de Abril, quando bateu o Santos por 3 x 1.

E, pensando nisso, o São Paulo se impôs. Marcou a saída de bola do time mexicano, como naquele jogo contra o Santos.

A cena que mais me impressionou foi na hora em que o goleiro Oswaldo Sánchez foi cobrar um tiro de meta. O Chivas recuou seus três zagueiros afim de sair jogando. Mas eles etavam sendo marcados, na área deles, por Leandro, Ricardo Oliveira e Mineiro. Impressionante.

Com isso, o São Paulo foi criando chances. Primeiro com Leandro, depois com Danilo. Até que marcou com Ricardo Oliveira. Gol que foi corretamente anulado.

E o São Paulo não deixava o time mexicano jogar. Mineiro e Josué tomavam conta do meio-campo. Lugano não deixava a bola chegar em Bautista. O time estava bem, só Danilo que destoava.

No segundo tempo o técnico Jose Manuel "Chepo" De la Torre resolveu mudar. Colocou um terceiro atacante afim de acabar com a sobra da zaga do São Paulo. E deu certo. O Chivas começou a pressionar, sempre pela direita do seu ataque, com o rápido Omar Bravo.

Em um desses lances, Bravo foi a linha de fundo e cruzou para Bautista, que cabeceoou mal.

O São Paulo deu a resposta com Leandro em chute que passou perto e com Danilo que, já dentro da área, chutou para defesa de Sánchez.

Ninguém deve ter entendido quando Muricy tirou Ricardo Oliveira e colocou Aloísio. Mas a questão é, nenhum jogador do ataque são-paulino encostava no Ricardo Oliveira. Com a entrada do Aloísio, ele prendia a bola no ataque e esperava a chegada dos companheiros.

Aos 29, o lance mais perigoso do Chivas. Mais uma vez em um cuzamento, a bola sobrou para Esparza que acertou um petardo no travessão do Rogério.

Mas isso não abalou o São Paulo. Aos 38, Aloísio em uma jogada típica de força, recebeu, girou e invadiu a área. O zagueiro Rodríguez, em uma jogada típica de futebol americano o derrubou. Pênalti. Rogério ceni cobrou e igualou o recorde de Chilavert, 62 gols.

Só uma coisa, o São Paulo não pode se iludir e pensar que já está na final. Se quiser ser campeão de novo, tem que manter a postura do jogo de ontem. Sempre!

4 comentários:

Anônimo disse...

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Anônimo disse...

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Anônimo disse...

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